Casual

Foi por acaso. Ou não. Umas trocas de mensagens. Uma saída para bater um papo. Um café, uma água, uma “branquinha” na mesa. O cenário tem pouca relevância. Uma troca de olhares mais forte. O clima esquenta apenas num olho no olho. Na primeira oportunidade, contato físico. Uma corrente elétrica percorre o corpo.  Ficam a sós. O resto do mundo deixa de existir. Coisas caem ao redor.

(…)

Sorriso de satisfação. Carinho. Um bom papo, boas risadas. Cada um volta para sua vida. Nada mudou depois disso.  Casualmente, secretamente, ambos encontraram o que queriam.

O contrato está assinado. Sem papel, sem palavras, sem preocupações. Está subentendido. É um segredinho entre eles. Ela não é menos do que é por ter saído com ele. Ele não é menos do que é por não ligar/mandar mensagem, querer compromisso. Eles querem a mesma coisa. Eles querem ser felizes.

O que acontece daí para frente? As vezes eles pedem bis. As vezes nunca mais se veem. As vezes vira um caso. As vezes… uma coisa “séria”. Quem somos nós para julgá-los?

São encontros de passarinhos. Livres, leves, soltos… Estão voando atrás de um ninho… por um momento, por temporada, para sempre. Nem Deus pode os julgar.

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